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Arquivo para a categoria ‘dicas’

Óleo solúvel sintético e sua aplicação.

13/09/2010 Comentários desligados

O NOQ – SLV 7525 é um óleo solúvel sintético aplicado na ferramenta e no material que está sendo usinado, a fim de facilitar a operação do corte, isento de óleo mineral, contendo um poder altíssimo de antidesgaste, antiferrugem, antiespumante, bactericida e inibidor de corrosão, que proporciona uma segurança inigualável dando perfeito acabamento nas peças, com excelente desempenho de resfriamento, o óleo solúvel NOQ – SLV 7525 proporciona uma ótima estabilidade e proteção antiferrugem, sua diluição pouco vista no mercado também é uma de suas qualidades, pois proporciona um rendimento maior e não perde sua eficácia em sua lubrificação, corte e proteção.
Além de todas essas vantagens o óleo solúvel sintético é ecologicamente correto, não agride o meio ambiente, suas matérias primas são nobres vindas de animais e vegetais, não se deteriora por não conter minério e é muito eficaz em sua utilização, seu ganho em ferramental é muito visível, você não perde tempo trocando sua ferramenta fazendo com que a máquina fique menos tempo parada.
O óleo solúvel sintético é recomendado em todas as operações de usinagens, tornos CNC, cortes de materiais temperados ou metais duros, estiragem de arames ferrosos, repuxo moderado de metais amarelos ou ferrosos entre outros.
A Nova Química visa a eficiência dos seus produtos com o intuito de mostrar que qualidade pode sim ser acompanhada de bons preços e de confiança.

Óleo hidráulico

15/08/2010 Comentários desligados

Fluido hidráulico, também chamado de óleo hidráulico, são um grande grupo de fluidos usados como o meio de transmissão de energia em maquinário hidráulico, sendo qualquer equipamento ou dispositivos que possuam um sistema hidráulico de transmissão de energia e força.
Cada óleo tem sua aditivação, sendo assim suas aplicações dependendo da sua viscosidade é diferente uma da outra. Sua função é contribuir no funcionamento correto da máquina, lubrificando e dando a pressão correta para o maquinário e evitando oxidações. A Nova Química trabalha com todas as viscosidades de óleo hidraulico como:
NOQ – Hidra 68: Óleo hidraulico com a viscosidade 68, usado em máquinas no seu sistema hidraulico tais como: torno, CNC, injetora plastica, prensa e estamparia.
NOQ – Hidra 32: Óleo hidraulico com a viscosidade 32, usado em máquinas no seu sistema hidraulico tais como: torno, CNC, injetora plastica, prensa e estamparia.
NOQ – Hidra 10: Óleo pneumático com a viscosidade 10, usado em toda e qualquer tipo de ferramenta de ar comprimido, sua eficiência é retirar toda a umidade da tubulação.
NOQ – Hidra 100: Óleo hidraulico com a viscosidade 100, para compressores de todo e qualquer modelo que usa óleo em sistema hidraulico.
Os fluidos hidráulicos incluem compostos sintéticos, óleo mineral e aditivos, baseadas em soluções e emulsões aquosas, confira nossa qualidade e comprove o nosso custo beneficio.

Feira da Mecânica

03/08/2010 Comentários desligados

Do dia 11 ao dia 15 de maio aconteceu um grande evento no Anhembi que foi a 28º Feira Internacional da Mecânica em São Paulo, trazendo inúmeros expositores que esbanjaram tecnologia em máquinas devarios segmentos, em parceria com a Lubrisystem a Nova Química esteve na feira da Mecânica para mostrar a aplicação e eficiecia de seus produtos.
À Nova Química foca a excelente qualidade em seus produtos, nas mais diversas aplicações.

* LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL.: Òleo de corte integral, óleo hidráulico, óleo de estampagem, óleo de barramento, óleo protetivo, óleo solúvel sintético, óleo solúvel mineral, óleo solúvel semisintético.
* TRATAMENTO DE SUPERFÍCIES.: Desengraxante biodegradável e bactecirida, desengraxante alcalino, desengraxante a base de solvente, decapante de liga de ferro, decapante de alumínio, decapante para liga de metal amarelo, desmoldante com e sem silicone, desplacante de tinta, tratamento de piso com tinta epóxi, poliuretano, resina acrilica entre outros.
* HIGIENIZAÇÃO PREDIAL.: Neutralizador de odores, limpa vidro, detergente concentrado neutro, sabonete líquido, pasta com hidratante e esfoliante para higienização das mãos, multiuso para pisos, cerâmicas, mármores, desinfetantes, alvejante, amaciante entre outros.
* HIGIENIZAÇÃO AUTOMOTIVA.: Shampoo para carro, pneu pretinho, gel para painel, aditivo para radiador.

Como destaque focamos nossos lubrificantes industriais que é utilizado na indústria metal mecânica, explicando a sua eficiência em sua aplicação, com a indicação correta o lubrificante traz benefícios grandiosos, ajuda no funcionamento correto da máquina e sua operação. Assim como muitos já ouviram falar, o lubrificante mau indicado ou de má qualidade pode danificar por completo o equipamento e trazer projuizos incalculáveis, por isso sempre que tiver alguma dúvida em relação a aplicação, conte com nossa equipe para orientalos.

Fluidos lubrificantes e refrigerantes: dicas da Nova Química

15/03/2010 Comentários desligados

fluidos de corte, fluidos refrigerantes, óleo de corte em usinagem, tornearia, retificaçãoA escolha de fluidos de corte, óleos lubrificantes e óleos protetivos na indústria metal-mecânica pode influenciar de sobremaneira a produtividade e a qualidade de seu produto, por isso, cuidado ao comprar estes itens. Preço é apenas um dos itens que entra na equação. Veja abaixo algumas informações úteis sobre estes produtos:
Fluidos de corte tem duas funções básicas: são lubrificantes, que diminuem o atrito da ferramenta com o corte, e refrigerantes, diminuindo a temperatura da ferramenta e da peça durante a operação. Estas duas funções estão diretamente ligadas à eficiência e qualidade da operação. A diminuição do atrito reduz a temperatura da ferramenta, efeito reforçado pela ação refrigerante do fluido, que transporta calor de toda a área da usinagem para longe da ferramenta por ter maior capacidade de conduzir calor que o ar. O desgaste da ferramenta é proporcional à temperatura de corte, assim, uma ferramenta que trabalha com menor atrito (menor desgaste portanto) e com temperatura mais baixa dura mais, exigindo intervalos maiores de afiação ou troca. Sua máquina pára de usinar menos vezes, e a precisão da operação de corte se mantém por mais tempo, com óbvios impactos positivos sobre a qualidade de seus produtos. Alguns fluidos sintéticos, a base de polialquilenoglicol, possuem uma solubilidade inversa em água, tornando-se menos solúvel com a elevação da temperatura, propriedade esta que o diferencia das demais bases sintéticas, pois durante o trabalho com o fluido formulado com poliglicol, mais especialmente no ponto de contato metálico, onde efetivamente há a geração de calor, haverá formação de um filme de fluido concentrado (não diluído) que reduzirá ainda mais o atrito no ponto do corte.
Assim, a escolha do fluido depende da operação em questão (torno, fresa, retífica, rosqueamento interno, CNC, ou estampagem) bem como do equipamento em que ela será realizada. Outra questão importante é o impacto ambiental do descarte dos fluidos usados, bem como seu impacto sobre a saúde do seu pessoal. Consulte o pessoal especializado da Nova Química para saber qual o melhor fluido de corte para sua empresa.

Lave as mãos!!!!

08/07/2009 Comentários desligados

Através delas transmitimos as piores infecções.

Tem gente que adora comer e não acha nada de mal em se deliciar, ali mesmo, escondidinho, no ambiente de trabalho, de uma guloseima qualquer. Nada de mal mesmo, mas só se a pessoa lembrou daqueles princípios básicos, ensinados ainda na infância, de que se deve lavar as mãos, bem lavadas, antes de comer, depois de ir ao banheiro e após mexer com dinheiro. Já está provado que as notas de dinheiro acumulam microorganismos prejudiciais à saúde e que as mãos de quem manuseia as cédulas podem ser tão contaminadas quanto feridas infectadas.A primeira pesquisa científica desenvolvida no Brasil comprovando a contaminação de notas
de real por microorganismos é de 2001 e foi feita sob coordenação do microbiologista JoãoCarlos Tórtora, no Instituto de Pesquisas Biomédicas da Universidade Gama Filho (RJ), a pedido do Banco Central.
Na época, foram analisadas 110 notas de R$ 10 e de R$ 1, com uma técnica nada sofisticada, mas bastante eficiente: em cada uma das cédulas foi esfregado um cotonete umedecido
que, depois, foi enviado para análise. Os resultados mostraram que especialmente as notas de R$ 1 eram grandes depositárias de microorganismos (fungos, bactérias e leveduras).Esses, dependendo da vulnerabilidade do indivíduo que manuseia as cédulas, podem deflagrar problemas gravíssimos, como a septicemia – uma infecção generalizada.Mais estarrecedora ainda, outra conclusão deu conta de que a cada centímetro quadrado das notas de R$ 1 havia 30,4 bactérias e fungos. Já nas cédulas de R$ 10, a relação era de 8,24 micróbios por centímetro quadrado.
Em outra pesquisa recente, com técnicas mais modernas, o microbiologista analisou notas de R$ 1. Descobriu a existência de 247,25 micróbios por centímetro quadrado, quase dez vezes mais do que havia detec-tado na primeira pesquisa. Entre esses micróbios, 42% eram estafilococos, tipos de bactérias que causam terçóis, furúnculos, inflamação no ouvido e faringite, além de intoxicação alimentar. Para pegar alguma dessas doenças, basta a pessoa passar a mão contaminada sobre a pele ou pegar um alimento e ingeri-lo sem lavar. Já os fungos encontrados
no dinheiro são causadores de alergias respiratórias e de contato.
Mas não é só. As notas de real também apresentam elevada quantidade de coliformes fecais, resultado da falta de higiene das pessoas depois de usarem o banheiro.Para evitar a contaminação, o recomendado é seguir à risca as normas de higiene: sempre lavar as mãos depois de manusear o dinheiro, de usar o banheiro ou antes de alimentar-se.
A lavagem, contudo, deve ser bastante cuidadosa. Simplesmente jogar água nas mãos, ou fazer uma lavagem não basta, de acordo com especialistas, não é suficiente para reduzir a quantidade de micróbios a níveis despreocupantes. É preciso utilizar água e sabão “de preferência bactericida” e esfregar por, pelo menos, um minuto.
Especialistas mais cautelosos recomendam a utilização de um álcool gel, usado constantemente pelo pessoal que trabalha na área de saúde. O gel deve ser esfregado nas mãos por cerca de três minutos, tempo inciguinificante para sua saúde permanecer bem.

Saiba como cuidar melhor de seu carro.

29/06/2009 Comentários desligados

cuidado com o carroSol e sabão podem provocar manchas na carroceria.
Motor deve ser lavado uma vez por ano.
Manter o carro limpo não só mostra o cuidado que você tem com o seu carro, mas também é a melhor maneira de evitar danos que a sujeira pode desenvolver. Para deixar o automóvel brilhando e protegido, porém, é preciso seguir alguns passos para que essa operação seja bem sucedida.

Comece a ensaboar a carroceria. Faça isso por partes. Por exemplo, comece pela frente. Lave e enxágüe. Depois faça isso com uma lateral, depois a traseira e assim por diante. O cuidado é não tentar lavar o carro todo de uma só vez. A dica também é sempre fazer a lavagem de cima para baixo.
O ideal é fazer a lavagem com xampu específico para a linha automotiva. Evite os detergentes domésticos, muitos contam fórmula abrasiva e podem provocar manchas ou mesmo danificar a camada de verniz da pintura.

Rodas e pneus devem ser limpos com outro pano ou escova. Se as rodas tiverem pintura especial use uma escova com cerdas macias. Lembre-se de enxaguar bem, tanto a lataria quanto as rodas.

Depois de limpo, seque o carro com um pano. A secagem deixa o carro com brilho e evita manchas também. Lembre-se de usar um pano macio que não solte fiapos.
Com essas dicas você vai manter seu carro sempre com bom aspecto e também em ordem, o que deixa um passeio muito mais prazeroso e agradável.

Como evitar o enferrujamento em ferro ou outras superfícies

02/01/2009 Comentários desligados

Aço duro, aço dobrável, aço que não dobra, como as molas, aço que pode ser

transformado em fios muito finos, aços que podem ser transformados facilmen-

te em chapas, aços resistentes para construir estruturas de pontes e prédios, aços

para construir aparelhos de cirurgia e até aços para serem introduzidos como

implantes, no lugar de ossos etc.

 

Seria quase que impossível levar a vida que vivemos hoje sem o aço.

Apesar da enorme variedade de objetos que são feitos de aço, parece que ele

Ainda não é a solução perfeita, por causa do enferrujamento

 

O aço em contato com o ar e a água, se transforma espontaneamente em

óxido de ferro. No minério, o ferro está na forma de óxido de ferro, que é a forma

natural desse elemento. Para transformar o óxido em metal, colocamos carvão

e aquecemos. Isso quer dizer que a tendência natural do ferro é voltar a ser óxido.

 

ÓXIDO DE FERRO   +   CARVÃO   +   CALOR   ®   FERRO   +  GÁS CARBÔNICO

 

 

Portanto é preciso proteger o metal para que ele não volte a ser óxido

a maneira mais simples de proteger o aço do enferrujamento é pintá-lo,ou

aplicando um óleo protetivo para os porros do metal não entrar em contato com o

ar ou água.

 

Existem outras maneiras de proteção, por exemplo, revestir o aço com um

outro metal. Veja na tabela a seguir a lista de metais mais usados na proteção do

aço e o nome do processo.

 

METAIS MAIS COMUNS USADOS PARA PROTEGER O AÇO

 

 

METAL                                                                                PROCESSO

 

Crômio                                                                                 Cromação

Níquel                                                                                  Niquelação

Zinco                                                                                     Zincagem

Estanho                                                                                Estanhagem

 

 

Os metais crômio, níquel, zinco e estanho têm propriedades diferentes. Eles

são usados na proteção do aço para aplicações diferentes.

A característica comum desses metais é que todos eles protegem o aço contra

o enferrujamento. Existem muitos objetos que nós usamos e que são cromados. Por exemplo,

pés de cadeiras e mesas de cozinha geralmente são pintados e, às vezes,

cromados. Chaves de fenda e outras ferramentas são cromadas. Com a cromação,

além de não enferrujar, os objetos ficam com aparência mais brilhante e bonita.

Óleo lubrificante

12/12/2008 Comentários desligados

Os óleos lubrificantes podem ser de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos).

Características

As principais características dos óleos lubrificantes são a viscosidade, o indice de viscosidade (IV) e a densidade.

A viscosidade mede a dificuldade com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de manter-se entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.

A viscosidade dos lubrificantes não é constante, ela varia com a temperatura. Quando esta aumenta a viscosidade diminui e o óleo escoa com mais facilidade. O Índice de Viscosidade (IV) mede a variação da viscosidade com a temperatura. Quanto maior o IV, menor será a variação de viscosidade do óleo lubrificante, quando submetido a diferentes valores de temperatura

Densidade indica a massa de um certo volume de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.

Aditivos

Para conferir, retirar ou melhorar certas propriedades especiais dos lubrificantes, que não condizem com o desejado, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes, que são chamados aditivos.

Os principais tipos de aditivos são: anti-oxidantes, anti-corrosivos, anti-ferrugem, anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do Índice de Viscosidade, agentes de extrema pressão, etc.

 

 

“Processos de Estampagem”

14/11/2008 Comentários desligados

imagem11Por estampagem entende-se o processo de fabricação de peças, através do corte ou deformação de chapas em operação de prensagem a frio. Emprega-se a estampagem de chapas para fabricar-se peças com paredes finas feitas de chapa ou fita de diversos metais e ligas. As operações de estampagem podem ser resumidas em três básicas: corte, dobramento e embutimento ou repuxo.

A estampagem da chapa pode ser simples, quando se executa uma só operação, ou combinada. Com a ajuda da estampagem de chapas, fabricam-se peças de aço baixo carbono, aços inoxidáveis, alumínio, cobre e de diferentes ligas não ferrosas. O regime de lubrificação é de importância indiscutível neste processo, pois minimiza o efeito do atrito, aumenta a vida útil do ferramental e melhora o acabamento superficial das peças conformadas. Neste artigo investiga-se a influencia do lubrificante nesse processo, que por se tratar de urna quantidade de amostras não muito grande a investigação tem como objetivo qualificar uma condição de lubrificação para um dado tipo de processo de conformação com a finalidade de melhorar a condição de estampagem e alcançar uma maior produtividade reduzindo o número de passos no ciclo de conformação de uma peça.

 

Devido às suas características este processo de fabricação é apropriado, preferencialmente, para as grandes séries de peças, obtendo-se grandes vantagens, tais como:

  • Alta produção;
  • Reduzido custo por peça;
  • Acabamento bom, não necessitando processamento posterior;
  • Maior resistência das peças devido à conformação, que causa o encruamento no material
  • Baixo custo de controle de qualidade devido à uniformidade da produção e a facilidade para a detecção de desvios.

Para que seja possível alcançar elevado nível de produtividade, as variáveis do processo de conformação deverão estar combinadas com baixo custo de produção e baixo consumo de material.

Para que seja possível obter os resultados que definem o desempenho do lubrificante uma das variáveis a serem controladas é o atrito, considerado de vital importância nas operações de conformação. Um sistema de lubrificação adequado resulta em um menor atrito, identificado pela redução à resistência ao carregamento imposto no ferramental e no corpo de prova. Uma condição ideal de lubrificação pode eliminar problemas no ferramental, reduzindo seu desgaste, minimizar as falhas na peça estampada, bem como permitir a redução do número de passos para conformar uma peça, além de melhorar a precisão dimensional em muitas aplicações de conformação, a lubrificação e o lubrificante são fatores muito significantes, influenciando diretamente o valor do coeficiente de atrito.

“Preparo de Superfície”

31/10/2008 Comentários desligados

DESENGRAXANTE ALCALINO

Diferente dos solventes que dissolvem a sujeira, os desengraxantes alcalinos deslocam e emulsificam a sujeira na solução, reagindo com as mesmas para formar sabões solúveis em água.

A função do banho de desengraxante é remover todos os óleos e graxas das peças, oriundos da estampagem e da própria proteção da chapa.

Um teste prático para se ter certeza da qualidade do desengraxe de um metal é pela umectação da superfície pela água.

Se o metal for bem desengraxado, a água deve formar um filme contínuo e uniforme e se o desengraxe não for perfeito, aparecerão gotas ou lugares secos.

Pode-se também manter o controle da concentração do banho, onde são utilizadas quantidades suficientes de amostra com um indicador, geralmente fenoftaleína. A solução adquire coloração rosa intenso devido a forte alcalinidade do desengraxante, pH aproximado de 12. A amostra é titulada com um ácido até o desaparecimento da coloração rosa, indicando o ponto de viragem, onde todos os íons hidroxila foram neutralizados pelos íons de hidrogênio do ácido. Esta é, portanto, uma titulação de neutralização.

O sódio presente no desengraxante, na forma de hidróxido, tem a função de elevar o pH.

O controle do processo de desengraxe é muito importante porque, se não retiramos todos os óleos e graxas da superfície da peça, não obteremos um produto final de qualidade. Por estes motivos a concentração não deve sair dos padrões estabelecidos e a temperatura do banho deve estar entre 70 e 80ºC.

A alta temperatura ajuda a dissolver algumas sujidades e aumenta a energia cinética das moléculas aumentado a capacidade de reação.

DECAPANTE

Uma superfície metálica que irá receber um tratamento de acabamento, necessita apresentar-se livre de laminação, óxidos e outros compostos, geralmente produtos de corrosão; sem isto, as características de aderência e aspecto visual ficarão seriamente comprometidas. Utilizam-se, assim banhos ácidos, para a dissolução dessas camadas de produtos de corrosão, deixando o metal base em condições de sofrer os tratamentos posteriores.

A concentração do decapante é verificada através de uma titulação de neutralização. O ponto de viragem é alcançado quando todos os íons de hidrogênio(ácido) forem neutralizados pelos íons hidroxila (base). Colocando-se algumas gotas em excesso de hidróxido de sódio, observa-se a formação de precipitado verde, que é o sulfato de sódio.

O volume de titulante utilizado (em mL) fornece a concentração do banho em porcentagem e, se a análise indicar concentração abaixo do padrão, para proceder o reforço, utilizam-se 5 litros de ácido para cada 1% faltante na concentração. O banho decapante deve ser renovado constantemente devido à grande liberação de ferro das chapas metálicas que se torna um contaminante.

 NEUTRALIZADOR

O neutralizador é utilizado no processo de decapagem para neutralizar a ação provocada pelo decapante. A análise mede a concentração de óxido de sódio no banho. Há necessidade de se fazer um controle rígido na concentração e na temperatura pois, abaixo de 40ºC o óxido não possui ação rápida podendo haver início de oxidação ali mesmo e, acima de 60ºC, formam-se cristais do sal, que se depositam sobre a peça formando grânulos e propiciando o escorrimento.

FOSFATIZAÇÃO

A fosfatização é um processo químico a partir da qual uma camada de fosfato de zinco de pequena espessura é cristalizada sobre a superfície metálica com o objetivo de aumentar a ancoragem da tinta ao substrato e oferecer proteção contra a corrosão durante o tempo de vida do produto. Geralmente, uma linha de fosfatização é composta por banhos de desengraxante alcalino, de refinador e de fosfato de zinco, alternados por tanques de enxágüe contínuo de peças, além do secador.

Usinagem com e sem refrigeração: verdades e mitos

03/10/2008 Comentários desligados

A função específica do fluido de corte solúvel no processo de usinagem é a de proporcionar lubrificação e refrigeração que minimizem o calor produzido entre a superfície da peça e a ferramenta, prolongando e auxiliando na eliminação dos cavacos. Ao se abrir mão do uso destes fluidos, a sua influência positiva na usinagem também perde o efeito. A sua redução drástica ou até a completa eliminação, certamente poderão ocasionar aumento de temperatura nos processos, queda de rendimento da ferramenta de corte, perda de precisão dimensional e geometria das peças, aumento do teor de particulados na atmosfera, cavacos aquecidos com maior dificuldade de adquirir formato adequado, maior risco de soldagem e variações no comportamento térmico da máquina. Casos mais extremos podem prever o entupimento de canais internos de ferramentas e dificuldade no auxilio do transporte dos cavacos em sistemas fechados de difícil acesso.


A usinagem sem refrigeração começou a ser discutida no momento em que as empresas notaram que os custos de parada para troca e descarte podem representar de 2 até 17 % do custo total de produção de uma peça. Além deste fator, o crescente rigor das legislações ambientais e a maior consciência ecológica dos usuários e empresas são apontados como outros motivos para a discussão deste tema. Além disso, muitos estudos de usinagem sem refrigeração vem sendo realizados pelos fabricantes de ferramentas visando aperfeiçoar seus produtos, embora o objetivo principal neste caso seja apenas eliminar a influência do fluido solúvel na usinagem e concentrar-se apenas no efeito da ferramenta sobre o material.


A realidade é que alguns princípios são necessários para que a usinagem sem refrigeração seja viável, tais como: desenvolvimento de ferramentas com coberturas especiais, mais resistentes ao calor gerado na usinagem sem refrigeração; emprego mais freqüente de materiais de fácil usinabilidade e menor geração de calor, como o ferro fundido; desenvolvimento de novos materiais, com composição diferenciada, que melhorem a usinabilidade sem causar alterações dimensionais na peça final; construção de máquinas com materiais de sensíveis alterações nas características térmicas que auxiliem na eliminação mais rápida das fontes de calor; alteração nos parâmetros de corte, como nas operações HSM (High Speed Machining).
Estes princípios indicam que ainda não dispomos, hoje, de uma combinação de processos de usinagem que atenda a todos os seus requisitos para operar sem fluido solúvel. É possível prever que a constante evolução da Engenharia de Materiais, bem como o desenvolvimento constante de ferramentas de corte mais modernas, permitam, no futuro, uma redução do uso dos fluidos de corte. No entanto é pouco provável que seja possível alcançar esta prática em operações mais severas, ou de baixíssimas tolerâncias, em materiais como aços e alumínio, onde a presença do fluido de corte solúvel exerce papel importante.


Outro limitante para a usinagem sem refrigeração é a tendência de se trabalhar com peças acabadas usando materiais temperados e com menor volume de sobremetal, cujo processo gera considerável quantidade de calor.


MQL – Uma alternativa para a usinagem totalmente sem refrigeração é a técnica de mínima quantidade de lubrificação (MQL). Neste caso, quase a seco, uma quantidade mínima de fluido é dirigida por um jato de ar ao ponto onde está sendo executada a usinagem. O volume de fluido pode variar em função do volume de cavacos e do processo de usinagem. Os produtos lubrificantes usados devem ser ecologicamente corretos (isento de solventes e materiais fluorados) e com altíssima taxa de remoção de calor. A mínima quantidade de óleo deve ser suficiente para reduzir o atrito da ferramenta e ainda evitar a aderência dos materiais.
No entanto, estudos apontam que existem ainda muitas operações, como furações profundas, peças de geometria de cavidades complexas ou roscas etc., onde não é garantida a umidificação ótima da ferramenta. MQL necessita de investimentos em equipamentos de dosagem, estação misturadora e sistema de alimentação por bicos ejetores. Estudos por parte de fabricantes de máquinas continuam em andamento buscando a viabilidade econômica desta tecnologia.


Tendências – Por tudo isso, verificamos no mercado (brasileiro e mundial), que as empresas de grande porte têm desenvolvido processos utilizando a combinação de centros de usinagem altamente dinâmicos com máquinas e ferramentas especiais, definindo sistemas de produção de alta confiabilidade e utilizando-se de grandes centrais de fluidos solúveis de alta tecnologia e rendimento.


Nestas centrais são exigidas alta qualidade do fluido solúvel, a fim de proporcionar melhores condições de trabalho na questão ocupacional, máquinas limpas, alto desempenho e performance operacional e, acima de tudo, a longa vida útil do fluido solúvel visando minimizar os custos de descarte.


Por esta razão, acreditamos que o fluido de corte solúvel deve ser melhor gerenciado. Terminou a época em que era considerado como um item barato do processo e sua escolha não deve ser feita unicamente com base em seu custo inicial por litro. São necessários estudos de custo-benefício do processo para justificar a melhor escolha, em função das tecnologias disponíveis. Em um processo não podemos esquecer que, na somatória do volume da emulsão, temos cerca de 90% de água (cuja qualidade é fundamental), em média mais 10% do óleo solúvel concentrado dependendo da operação, e óleos contaminantes (tramp oil) da ordem de 2% ou mais. Acrescente-se a isso os resíduos dos metais das ferramentas e peças usinadas, detergentes de limpeza da máquina e chão-de-fábrica, solventes e outros resíduos orgânicos da fábrica. Sendo assim, o fluido solúvel precisa ser constantemente monitorado em suas propriedades e possuir características que propiciem o melhor rendimento das ferramentas, melhor acabamento das peças e durabilidade das máquinas e equipamentos.


Logicamente os grandes fabricantes de lubrificantes têm se empenhado muito no esforço de melhorar a cada dia a qualidade de seus produtos e dos seus serviços de atendimento técnico em todo o Brasil, visando evitar trocas desnecessárias e custos de descarte das emulsões.


O compromisso com a ISO 14000 é a redução dos resíduos gerados por estas trocas. O uso de fluidos à base de polímeros sintéticos permite maior bioestabilidade e maior resistência a contaminantes (tecnologia limpa) tornando assim viável prolongar por vários anos seu uso em sistemas centralizados modernos (equipados com separadores de cavacos, centrífugas e outros mecanismos de manutenção).


Produtos à base de ésteres sintéticos propiciam superior lubrificação e são mais estáveis à oxidação e degradação biológica que os ésteres naturais de base vegetal como, por exemplo, a mamona. Mesmo os óleos de base mineral de petróleo, tão combatidos no Brasil por restrições legais, de saúde e segurança, ainda encontram largo emprego em diversos países do mundo, inclusive Europa e EUA. Evidentemente, existe um rigor cada vez maior na seleção do tipo de óleo mineral empregado e dos níveis de carbonos poliaromáticos presentes. Atualmente, procura-se combinar os efeitos positivos na usinagem dos ésteres sintéticos com menores taxas de óleos minerais, visando obter fluidos semi-sintéticos de alta estabilidade, baixa toxidez e alto desempenho.


Portanto, opções tecnológicas é que não faltam. A escolha pela usinagem a seco, MQL ou com fluidos de bases polímeros, ésteres sintéticos, mineral ou combinação entre os mesmos, depende de vários fatores operacionais como: nível de acabamento, precisão dimensional, material da peça, taxa de remoção de calor, características da máquina, durabilidade da ferramenta, meio ambiente etc. Pela complexidade do tema, o uso de fluido solúvel ainda deverá perdurar como principal opção por bastante tempo. No futuro, é provável que coexistam harmonicamente todas estas tecnologias, pois é difícil imaginar uma única atendendo a todas as necessidades. Afinal, não existe tecnologia nova ou velha, o que existe é tecnologia que atenda as necessidades específicas do cliente. 

Óleo de corte

19/09/2008 Comentários desligados

“O óleo para corte” ocupa posição importante no crescimento industrial. Das três variedades de óleo de “corte” a mais empregada é o “óleo solúvel” e a este está dedicado o presente trabalho.

Óleos para corte são substâncias químicas utilizadas largamente nas indústrias mecânicas, com a finalidade de se obter melhor rendimento e melhor acabamento do material, em operações de corte e de usinagem de metais.

O óleo para corte tem tido um ciclo interessante no seu desenvolvimento, da água ao óleo e retornando aos refrigerantes à base de água.

O primeiro fluído que se empregou para o corte foi a água. Em 1883, um engenheiro americano, Frederick W. Taylor,descobriu que o jato pesado de água dirigida à borda de corte da ferramenta permitiria um aumento na velocidade de corte de até 40%. A água tem elevado peso específico e viscosidade baixa, o que facilita sua penetração até a borda do corte, porém, suas propriedades lubrificantes são reduzidas e tem tendência, a provocar corrosão na máquina e na peça. Pela adição de 1,5%, de carbonato de sódio, mas a solução formada. O desenvolvimento seguinte foi o uso de óleos gordurosos. O óleo de gordura de veado foi o primeiro óleo para corte que se empregou com êxito, porém, na atualidade, é de pouco uso pelo seu custo elevado.

A banha de porco também foi usada; lubrificava e tinha ação antioxidante, mas não refrescava bem e tinha a tendência a se tornar rançosa. O precursor dos óleos para corte emulsificáveis – a pasta de corte – foi feito misturando sabão com óleos minerais ou “coaltar” e requerendo água quente para diluição. As emulsões de óleos em água combinavam a ação refrigerante da água e as propriedades lubrificantes e anti-corrosiva do óleo.

Os óleos minerais puros são empregados para trabalhos ligeiros, geralmente com o cobre e seus derivados, quando não se pode recorrer aos óleos solúveis.

Os óleos sulfurados e clorados, devido às propriedades corrosivas, não são adequados para uma lubrificação de tipo geral e não devem penetrar no sistema de lubrificação da máquina. Eles são empregados em trabalhos pesados, especialmente quando não se pode usar ferramentas com carbeto de silício ou de tungstênio.

 O volume de óleos para corte produzido foi estimado em cerca de 100 milhões de galões. Aproximadamente um milhão de operários usam óleos para corte. As funções do óleo para corte são:

a) melhorar o rendimento, aumentando a velocidade e a capacidade operacional do equipamento;

b) resfriar a peça e a ferramenta no local do corte, permitindo peças melhor acabadas;

c) impedir que fragmentos da peça se soldem à ferramenta;

d) agir como lubrificante na área de corte impedindo a formação de calor excessivo produzido pelo o atrito da peça com a ferramenta;

e) ação anti-oxidante na área de corte.

Os óleos para corte compreendem três grandes grupos:

a) Óleos insolúveis: Os óleos insolúveis tem como composição básica:

1°) óleo mineral 60 – 100%;

2º) agentes bactericidas;

3º) aditivos de pressão (sulfurados – clorados).

Esses óleos são usados principalmente em equipamento automático ou semi-automático

b) Óleos solúveis: Os óleos solúveis são largamente utilizados na indústria mecânica e tem formulação complexa e extremamente variável.

c) Óleo solúvel refrigerante (sintético):

Solução aquosa contendo pequena quantidade de óleo em emulsão. Deve ser usado em pH de 8 a 9,5.

Devido ao fato de muitas indústrias reaproveitarem o óleo por diversas vezes, há uma maior tendência para a proliferação de bactérias; esta contaminação resulta em queda do pH e acidificação do óleo solúvel. Para que este fato seja evitado, há necessidade de se produzir alcalinização desses óleos para manter-se o pH estável e evitar proliferação bacteriana. As substâncias mais comumente usadas para alcalinizar o meio são o hidróxido de sódio (Na OH) e o perborato de sódio (Na BO3, 4H20) com os quais procura-se manter o pH em torno de 9,0-9,5. Acontece que o uso desses alcalinizantes produz maior incidência de dermatoses, fato esse observado em algumas indústrias que reaproveitam o óleo solúvel mediante sua filtragem e alcalinização.

Dermatite é coisa séria

10/07/2008 Comentários desligados

Antes que os sintomas apareçam, previna-se de um modo prático e eficiente, usando um creme de proteção, mesmo se estiver usando luvas.
A pele ao longo do tempo sem uma proteção adequada, pode apresentar sintomas externos tais como: aspereza, ressecamento, dermatoses, eczemas e fissuras, absorver agentes que agridem os tecidos nervosos ou provocar ações cancerígenas e alérgicas.

Prevenção ainda é o melhor remédio.

O que é Doença Ocupacional?
Doença ocupacional é a alteração na saúde do trabalhador, provocada por fatores ambientais associados ao trabalho. Como por exemplo, podemos citar incidência de câncer de traquéia em trabalhadores de minas e refinações de níquel.

Como se Adquire uma Doença Ocupacional?
A doença ocupacional pode ser adquirida através de exposição do trabalhador a agentes químicos, físicos, biológicos ou radioativos, em situações acima do limite permitido por lei, sem a utilização de roupas e/ou equipamentos de proteção coletiva ou proteção individual compatíveis com o risco exposto.

Qual a diferença entre Doença Ocupacional e Acidente de Trabalho?
Doença ocupacional é a alteração na saúde do trabalhador causada por exposição excessiva a agentes químicos danosos em curto, médio e longo prazo. Em geral, as doenças ocupacionais levam algum tempo para se manifestar e, quando isto ocorre, aparece sob a forma de tumores malignos (câncer) ou lesões em órgãos, entre outros. Já os acidentes de trabalho poder ser definidos como acidentes de ação imediata, provocados por situações diversas. São eles, acidentes de trabalho, queimaduras, quedas, cortes e amputações de membros, entre outros.

Quais as implicações legais para o empregador e técnicos responsáveis pela segurança nas empresas quanto às Doenças Ocupacionais?

Todo o empregador é obrigado a oferecer proteção adequada ao trabalhador no seu ambiente de trabalho. Para executar essa tarefa, a legislação exige que cada empresa tenha uma equipe técnica responsável por decidir e implantar processos de segurança (engenharia, equipamentos e treinamentos de segurança) para os funcionários. Caso algum funcionário, comprovadamente, adquira uma doença ocupacional por falta de uso de equipamentos para sua proteção, a empresa – na figura de seu proprietário ou representante legal – assim como toda a equipe técnica, podem ser responsabilizados e sofrerem processos criminais pela lesão causada ao funcionário. Além disso, o funcionário pode solicitar indenização pelo dano causado.

O que é a pele e por que protegê-la?
A pele é o maior órgão do corpo humano e atua em funções extremamente importantes para a vida, tais como:
• Barreira de proteção
• Sensibilidade física
• Regulagem da temperatura
• Sintetização de vitaminas
• Sustentação para outros órgãos
• Indicativo de diagnóstico para certas doenças.


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