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Arquivo para a categoria ‘história’

Higienização Predial.

24/08/2010 Comentários desligados

A higienização predial é muito importante para a saúde e o bem estar de todos, quem nunca se deparou com um banheiro com mau cheiro ou restaurante com piso sujo, e sabemos que a primeira impressão é a que fica, o uso de produtos de limpeza é indispensável em qualquer ambiente em todo lugar é necessária a higiene, principalmente em bares, restaurantes, lanchonetes, boates, hotéis, lugares onde a aparência e a limpeza é fundamental para a atração do publico, temos como dever cuidar do ambiente que estamos, seja ele a nossa casa ou nosso trabalho.
Visando a necessidade dos nossos clientes a Nova Química desenvolveu uma linha de higienização predial, com muita qualidade, dedicação e comprometimento, escolhemos com todo cuidado os produtos certos para atender da melhor forma possível cada cliente que tenha necessidade dos mesmos. Temos na linha de higienização predial com os seguintes produtos: limpa vidro, desinfetantes, limpador de inox, neutralizador de odores de banheiros de auto fluxo, sabonete liquido, detergente concentrado para louças, alvejantes, multiusos para piso,azulejo entre outros.
Um dos pontos diferenciais de nossos produtos é a diluição altíssima que cada um tem e que é pouco vista no mercado, pois eles são concentrados e sua diluição traz um rendimento significativo para o cliente e não deixa de atendo-lo em sua necessidade.
Solicite a presença do nosso representante, ele vai indicar o melhor produtos a sua necessidade, assim você pode comprovar a qualidade e os benefícios de nossos produtos.

Como evitar o enferrujamento em ferro ou outras superfícies

02/01/2009 Comentários desligados

Aço duro, aço dobrável, aço que não dobra, como as molas, aço que pode ser

transformado em fios muito finos, aços que podem ser transformados facilmen-

te em chapas, aços resistentes para construir estruturas de pontes e prédios, aços

para construir aparelhos de cirurgia e até aços para serem introduzidos como

implantes, no lugar de ossos etc.

 

Seria quase que impossível levar a vida que vivemos hoje sem o aço.

Apesar da enorme variedade de objetos que são feitos de aço, parece que ele

Ainda não é a solução perfeita, por causa do enferrujamento

 

O aço em contato com o ar e a água, se transforma espontaneamente em

óxido de ferro. No minério, o ferro está na forma de óxido de ferro, que é a forma

natural desse elemento. Para transformar o óxido em metal, colocamos carvão

e aquecemos. Isso quer dizer que a tendência natural do ferro é voltar a ser óxido.

 

ÓXIDO DE FERRO   +   CARVÃO   +   CALOR   ®   FERRO   +  GÁS CARBÔNICO

 

 

Portanto é preciso proteger o metal para que ele não volte a ser óxido

a maneira mais simples de proteger o aço do enferrujamento é pintá-lo,ou

aplicando um óleo protetivo para os porros do metal não entrar em contato com o

ar ou água.

 

Existem outras maneiras de proteção, por exemplo, revestir o aço com um

outro metal. Veja na tabela a seguir a lista de metais mais usados na proteção do

aço e o nome do processo.

 

METAIS MAIS COMUNS USADOS PARA PROTEGER O AÇO

 

 

METAL                                                                                PROCESSO

 

Crômio                                                                                 Cromação

Níquel                                                                                  Niquelação

Zinco                                                                                     Zincagem

Estanho                                                                                Estanhagem

 

 

Os metais crômio, níquel, zinco e estanho têm propriedades diferentes. Eles

são usados na proteção do aço para aplicações diferentes.

A característica comum desses metais é que todos eles protegem o aço contra

o enferrujamento. Existem muitos objetos que nós usamos e que são cromados. Por exemplo,

pés de cadeiras e mesas de cozinha geralmente são pintados e, às vezes,

cromados. Chaves de fenda e outras ferramentas são cromadas. Com a cromação,

além de não enferrujar, os objetos ficam com aparência mais brilhante e bonita.

Óleo lubrificante

12/12/2008 Comentários desligados

Os óleos lubrificantes podem ser de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos).

Características

As principais características dos óleos lubrificantes são a viscosidade, o indice de viscosidade (IV) e a densidade.

A viscosidade mede a dificuldade com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de manter-se entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.

A viscosidade dos lubrificantes não é constante, ela varia com a temperatura. Quando esta aumenta a viscosidade diminui e o óleo escoa com mais facilidade. O Índice de Viscosidade (IV) mede a variação da viscosidade com a temperatura. Quanto maior o IV, menor será a variação de viscosidade do óleo lubrificante, quando submetido a diferentes valores de temperatura

Densidade indica a massa de um certo volume de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.

Aditivos

Para conferir, retirar ou melhorar certas propriedades especiais dos lubrificantes, que não condizem com o desejado, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes, que são chamados aditivos.

Os principais tipos de aditivos são: anti-oxidantes, anti-corrosivos, anti-ferrugem, anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do Índice de Viscosidade, agentes de extrema pressão, etc.

 

 

Processo de Usinagem

17/10/2008 Comentários desligados

O processo de usinagem é um dos mais antigos processos utilizados pelo homem para produção em série. A história da usinagem acompanha o desenvolvimento da indústria, desenvolvimento de novos materiais, necessidade de aumento de produção e produtividade.

É um processo que depende de vários fatores, mas pode-se considerar como mais importantes a máquina ferramenta, o material a ser usinado, a ferramenta de corte e os fluidos de corte, incluindo método de aplicação.

A máquina ferramenta evoluiu em vários aspectos, não apenas em termos estruturais, como o aumento de rigidez e com isto diminuindo vibrações mecânicas e melhorando o processo, mas também com relação à precisão de movimentos. Além disso os recursos de comando numérico tem evoluído muito ultimamente. Com relação ao processo de usinagem, a última palavra em evolução em máquinas ferramentas é sem dúvida o que chamamos hoje de Usinagem a Altíssimas Velocidades de Corte. Esta tecnologia ainda é muito pouco aplicada no país e também com poucos institutos ou universidades pesquisando esta nova possibilidade de aplicação na indústria.

O processo de usinagem pode ser definido com um processo que utiliza como ferramenta um material mais duro que o da peça. Baseado no princípio da dureza relativa, o surgimento de novos materiais e ligas estruturais com excelentes propriedades de resistência mecânica e elevada dureza contribuiu para o aparecimento de novos materiais de ferramentas, mais resistentes, para as operações de usinagem. A necessidade de novos materiais, principalmente na indústria aeronáutica, exigiu o desenvolvimento de materiais de ferramentas mais resistentes, novas geometrias e métodos de aplicação do fluido de corte.

Dentre os vários materiais metálicos utilizados na indústria, pode-se destacar as ligas de níquel e as ligas de titânio como materiais de difícil usinabilidade. Isto se deve principalmente a propriedade destes materiais, resistência a altas temperaturas.

Por outro lado, a usinagem de materiais frágeis e/ou operações de cortes interrompidos (como o caso do fresamento, por exemplo) requerem materiais de ferramentas com suficiente tenacidade para suportarem os choques mecânicos ou térmicos e os impactos inerentes a tais processos.

Usinagem com e sem refrigeração: verdades e mitos

03/10/2008 Comentários desligados

A função específica do fluido de corte solúvel no processo de usinagem é a de proporcionar lubrificação e refrigeração que minimizem o calor produzido entre a superfície da peça e a ferramenta, prolongando e auxiliando na eliminação dos cavacos. Ao se abrir mão do uso destes fluidos, a sua influência positiva na usinagem também perde o efeito. A sua redução drástica ou até a completa eliminação, certamente poderão ocasionar aumento de temperatura nos processos, queda de rendimento da ferramenta de corte, perda de precisão dimensional e geometria das peças, aumento do teor de particulados na atmosfera, cavacos aquecidos com maior dificuldade de adquirir formato adequado, maior risco de soldagem e variações no comportamento térmico da máquina. Casos mais extremos podem prever o entupimento de canais internos de ferramentas e dificuldade no auxilio do transporte dos cavacos em sistemas fechados de difícil acesso.


A usinagem sem refrigeração começou a ser discutida no momento em que as empresas notaram que os custos de parada para troca e descarte podem representar de 2 até 17 % do custo total de produção de uma peça. Além deste fator, o crescente rigor das legislações ambientais e a maior consciência ecológica dos usuários e empresas são apontados como outros motivos para a discussão deste tema. Além disso, muitos estudos de usinagem sem refrigeração vem sendo realizados pelos fabricantes de ferramentas visando aperfeiçoar seus produtos, embora o objetivo principal neste caso seja apenas eliminar a influência do fluido solúvel na usinagem e concentrar-se apenas no efeito da ferramenta sobre o material.


A realidade é que alguns princípios são necessários para que a usinagem sem refrigeração seja viável, tais como: desenvolvimento de ferramentas com coberturas especiais, mais resistentes ao calor gerado na usinagem sem refrigeração; emprego mais freqüente de materiais de fácil usinabilidade e menor geração de calor, como o ferro fundido; desenvolvimento de novos materiais, com composição diferenciada, que melhorem a usinabilidade sem causar alterações dimensionais na peça final; construção de máquinas com materiais de sensíveis alterações nas características térmicas que auxiliem na eliminação mais rápida das fontes de calor; alteração nos parâmetros de corte, como nas operações HSM (High Speed Machining).
Estes princípios indicam que ainda não dispomos, hoje, de uma combinação de processos de usinagem que atenda a todos os seus requisitos para operar sem fluido solúvel. É possível prever que a constante evolução da Engenharia de Materiais, bem como o desenvolvimento constante de ferramentas de corte mais modernas, permitam, no futuro, uma redução do uso dos fluidos de corte. No entanto é pouco provável que seja possível alcançar esta prática em operações mais severas, ou de baixíssimas tolerâncias, em materiais como aços e alumínio, onde a presença do fluido de corte solúvel exerce papel importante.


Outro limitante para a usinagem sem refrigeração é a tendência de se trabalhar com peças acabadas usando materiais temperados e com menor volume de sobremetal, cujo processo gera considerável quantidade de calor.


MQL – Uma alternativa para a usinagem totalmente sem refrigeração é a técnica de mínima quantidade de lubrificação (MQL). Neste caso, quase a seco, uma quantidade mínima de fluido é dirigida por um jato de ar ao ponto onde está sendo executada a usinagem. O volume de fluido pode variar em função do volume de cavacos e do processo de usinagem. Os produtos lubrificantes usados devem ser ecologicamente corretos (isento de solventes e materiais fluorados) e com altíssima taxa de remoção de calor. A mínima quantidade de óleo deve ser suficiente para reduzir o atrito da ferramenta e ainda evitar a aderência dos materiais.
No entanto, estudos apontam que existem ainda muitas operações, como furações profundas, peças de geometria de cavidades complexas ou roscas etc., onde não é garantida a umidificação ótima da ferramenta. MQL necessita de investimentos em equipamentos de dosagem, estação misturadora e sistema de alimentação por bicos ejetores. Estudos por parte de fabricantes de máquinas continuam em andamento buscando a viabilidade econômica desta tecnologia.


Tendências – Por tudo isso, verificamos no mercado (brasileiro e mundial), que as empresas de grande porte têm desenvolvido processos utilizando a combinação de centros de usinagem altamente dinâmicos com máquinas e ferramentas especiais, definindo sistemas de produção de alta confiabilidade e utilizando-se de grandes centrais de fluidos solúveis de alta tecnologia e rendimento.


Nestas centrais são exigidas alta qualidade do fluido solúvel, a fim de proporcionar melhores condições de trabalho na questão ocupacional, máquinas limpas, alto desempenho e performance operacional e, acima de tudo, a longa vida útil do fluido solúvel visando minimizar os custos de descarte.


Por esta razão, acreditamos que o fluido de corte solúvel deve ser melhor gerenciado. Terminou a época em que era considerado como um item barato do processo e sua escolha não deve ser feita unicamente com base em seu custo inicial por litro. São necessários estudos de custo-benefício do processo para justificar a melhor escolha, em função das tecnologias disponíveis. Em um processo não podemos esquecer que, na somatória do volume da emulsão, temos cerca de 90% de água (cuja qualidade é fundamental), em média mais 10% do óleo solúvel concentrado dependendo da operação, e óleos contaminantes (tramp oil) da ordem de 2% ou mais. Acrescente-se a isso os resíduos dos metais das ferramentas e peças usinadas, detergentes de limpeza da máquina e chão-de-fábrica, solventes e outros resíduos orgânicos da fábrica. Sendo assim, o fluido solúvel precisa ser constantemente monitorado em suas propriedades e possuir características que propiciem o melhor rendimento das ferramentas, melhor acabamento das peças e durabilidade das máquinas e equipamentos.


Logicamente os grandes fabricantes de lubrificantes têm se empenhado muito no esforço de melhorar a cada dia a qualidade de seus produtos e dos seus serviços de atendimento técnico em todo o Brasil, visando evitar trocas desnecessárias e custos de descarte das emulsões.


O compromisso com a ISO 14000 é a redução dos resíduos gerados por estas trocas. O uso de fluidos à base de polímeros sintéticos permite maior bioestabilidade e maior resistência a contaminantes (tecnologia limpa) tornando assim viável prolongar por vários anos seu uso em sistemas centralizados modernos (equipados com separadores de cavacos, centrífugas e outros mecanismos de manutenção).


Produtos à base de ésteres sintéticos propiciam superior lubrificação e são mais estáveis à oxidação e degradação biológica que os ésteres naturais de base vegetal como, por exemplo, a mamona. Mesmo os óleos de base mineral de petróleo, tão combatidos no Brasil por restrições legais, de saúde e segurança, ainda encontram largo emprego em diversos países do mundo, inclusive Europa e EUA. Evidentemente, existe um rigor cada vez maior na seleção do tipo de óleo mineral empregado e dos níveis de carbonos poliaromáticos presentes. Atualmente, procura-se combinar os efeitos positivos na usinagem dos ésteres sintéticos com menores taxas de óleos minerais, visando obter fluidos semi-sintéticos de alta estabilidade, baixa toxidez e alto desempenho.


Portanto, opções tecnológicas é que não faltam. A escolha pela usinagem a seco, MQL ou com fluidos de bases polímeros, ésteres sintéticos, mineral ou combinação entre os mesmos, depende de vários fatores operacionais como: nível de acabamento, precisão dimensional, material da peça, taxa de remoção de calor, características da máquina, durabilidade da ferramenta, meio ambiente etc. Pela complexidade do tema, o uso de fluido solúvel ainda deverá perdurar como principal opção por bastante tempo. No futuro, é provável que coexistam harmonicamente todas estas tecnologias, pois é difícil imaginar uma única atendendo a todas as necessidades. Afinal, não existe tecnologia nova ou velha, o que existe é tecnologia que atenda as necessidades específicas do cliente. 

Óleo de corte

19/09/2008 Comentários desligados

“O óleo para corte” ocupa posição importante no crescimento industrial. Das três variedades de óleo de “corte” a mais empregada é o “óleo solúvel” e a este está dedicado o presente trabalho.

Óleos para corte são substâncias químicas utilizadas largamente nas indústrias mecânicas, com a finalidade de se obter melhor rendimento e melhor acabamento do material, em operações de corte e de usinagem de metais.

O óleo para corte tem tido um ciclo interessante no seu desenvolvimento, da água ao óleo e retornando aos refrigerantes à base de água.

O primeiro fluído que se empregou para o corte foi a água. Em 1883, um engenheiro americano, Frederick W. Taylor,descobriu que o jato pesado de água dirigida à borda de corte da ferramenta permitiria um aumento na velocidade de corte de até 40%. A água tem elevado peso específico e viscosidade baixa, o que facilita sua penetração até a borda do corte, porém, suas propriedades lubrificantes são reduzidas e tem tendência, a provocar corrosão na máquina e na peça. Pela adição de 1,5%, de carbonato de sódio, mas a solução formada. O desenvolvimento seguinte foi o uso de óleos gordurosos. O óleo de gordura de veado foi o primeiro óleo para corte que se empregou com êxito, porém, na atualidade, é de pouco uso pelo seu custo elevado.

A banha de porco também foi usada; lubrificava e tinha ação antioxidante, mas não refrescava bem e tinha a tendência a se tornar rançosa. O precursor dos óleos para corte emulsificáveis – a pasta de corte – foi feito misturando sabão com óleos minerais ou “coaltar” e requerendo água quente para diluição. As emulsões de óleos em água combinavam a ação refrigerante da água e as propriedades lubrificantes e anti-corrosiva do óleo.

Os óleos minerais puros são empregados para trabalhos ligeiros, geralmente com o cobre e seus derivados, quando não se pode recorrer aos óleos solúveis.

Os óleos sulfurados e clorados, devido às propriedades corrosivas, não são adequados para uma lubrificação de tipo geral e não devem penetrar no sistema de lubrificação da máquina. Eles são empregados em trabalhos pesados, especialmente quando não se pode usar ferramentas com carbeto de silício ou de tungstênio.

 O volume de óleos para corte produzido foi estimado em cerca de 100 milhões de galões. Aproximadamente um milhão de operários usam óleos para corte. As funções do óleo para corte são:

a) melhorar o rendimento, aumentando a velocidade e a capacidade operacional do equipamento;

b) resfriar a peça e a ferramenta no local do corte, permitindo peças melhor acabadas;

c) impedir que fragmentos da peça se soldem à ferramenta;

d) agir como lubrificante na área de corte impedindo a formação de calor excessivo produzido pelo o atrito da peça com a ferramenta;

e) ação anti-oxidante na área de corte.

Os óleos para corte compreendem três grandes grupos:

a) Óleos insolúveis: Os óleos insolúveis tem como composição básica:

1°) óleo mineral 60 – 100%;

2º) agentes bactericidas;

3º) aditivos de pressão (sulfurados – clorados).

Esses óleos são usados principalmente em equipamento automático ou semi-automático

b) Óleos solúveis: Os óleos solúveis são largamente utilizados na indústria mecânica e tem formulação complexa e extremamente variável.

c) Óleo solúvel refrigerante (sintético):

Solução aquosa contendo pequena quantidade de óleo em emulsão. Deve ser usado em pH de 8 a 9,5.

Devido ao fato de muitas indústrias reaproveitarem o óleo por diversas vezes, há uma maior tendência para a proliferação de bactérias; esta contaminação resulta em queda do pH e acidificação do óleo solúvel. Para que este fato seja evitado, há necessidade de se produzir alcalinização desses óleos para manter-se o pH estável e evitar proliferação bacteriana. As substâncias mais comumente usadas para alcalinizar o meio são o hidróxido de sódio (Na OH) e o perborato de sódio (Na BO3, 4H20) com os quais procura-se manter o pH em torno de 9,0-9,5. Acontece que o uso desses alcalinizantes produz maior incidência de dermatoses, fato esse observado em algumas indústrias que reaproveitam o óleo solúvel mediante sua filtragem e alcalinização.

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